Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística


 
Respostas às perguntas mais freqüentes sobre fontes estatísticas de transportes
 
Quem cuida das estatísticas de transportes na NTC?
Quem acompanha o assunto é o DECOPE - Departamento de Custos Operacionais, Estudos Técnicos e Econômicos da NTC.
As estatísticas específicas do Mercosul são acompanhadas por outro departamento, da NTC, especializado nas questões internacionais do transporte terrestre.
 
Quem pode obter dados estatísticos sobre transportes no Decope da NTC?
A NTC não é um órgão público, mas sim uma sociedade civil privada, sustentada unicamente pelas mensalidades de seus associados e das entidades do Conet. Assim, salvo as exceções previstas no seu estatuto, a NTC só atende diretamente às empresas e entidades a ela filiadas.
Entre as exceções estatutárias estão: a) a colaboração com os poderes públicos e outras entidades nos assuntos do interesse dos associados; e b) desenvolvimento da multimodalidade, conservação da energia, segurança de trânsito, e desenvolvimento tecnológico do setor.
Assim sendo, o Decope presta informações também a todos os órgãos públicos, universidades, entidades, veículos de imprensa e outras instituições que se dediquem ao aprimoramento, divulgação e estudo do setor de transportes como um todo.
Este atendimento não inclui fornecedores, prestadores de serviços, instituições financeiras, seguradoras, consultores, sindicatos (inclusive de transportadores) etc. não filiados à entidade.
 
Quem pode se filiar à NTC?
Qualquer empresa, seja transportadora, operador logístico, operador multimodal, fornecedor de produtos ou serviços, instituição financeira, seguradora, consultora etc., que exerça alguma atividade ligada ao setor de transportes pode se filiar à NTC. Maiores informações sobre o assunto podem ser obtidas pelo telefone (0XX 11) 6632-1570.
 
O que o Decope oferece aos associados?
O Decope oferece, por meio da Internet (acesso mediante senha de associado) e-mail ou atendimento pessoal:
  1. Todos os dados relativos ao Índice Nacional do Custo do Transporte, elaborado mensalmente pela Fipe/USP, incluindo o INCTR (rodoviário, o INCTCE (coleta ou entrega) e o INCTA (soma dos dois). Este é o índice mais utilizado no país para reajustar contratos de transporte.
  2. Acompanhamento da evolução dos preços dos insumos de transporte (combustível, pneus, lubrificantes, caminhões, salários etc.) desde 1995.
  3. Pesos dos insumos sobre as planilhas rodoviária e de coleta ou entrega da Fipe.
  4. Relatório mensal completo da Fipe, sobre o INCTA, contendo tabelas de fretes de transferência e coleta ou entrega.
  5. Planilhas analíticas de custos operacionais dos caminhões mais utilizados.
  6. Índice nacional do custo do transporte frigorificado.
  7. Planilha de custos do transporte frigorificado.
  8. Acompanhamento dos principais índices de preços, dólar, petróleo, salário mínimo, valor de multas, crescimento do PIB etc.
  9. Valores e localização dos pedágios em todas as rodovias do país.
  10. Evolução dos preços dos pedágios.
  11. Estudos de impacto de aumentos de insumos, como diesel e pedágio, nos custos do transporte.
  12. Completo raio-X do transporte rodoviário de cargas, contendo dados macroeconômicos, frota, produção de caminhões, distribuição intermodal etc.
  13. Estudos técnicos e manuais sobre cálculo de custos e tarifas, administração de transportes, gerenciamento de riscos, terminais, organização de empresas de transporte etc.
  14. Atendimento a consultas específicas de associados sobre assuntos técnicos ou econômicos ligados ao transporte.
Além do Decope, a NTC mantém outros departamentos que prestam serviços de consultoria aos associados nas áreas jurídica, tributária, internacional, operacional, de treinamento etc. Mantém ainda, em convênio com a Fundação Vanzolini, o programa Transqualit, de certificação de empresas segundo normas de qualidade específicas para o setor.
A entidade organiza constantemente seminários, congressos e cursos técnicos. É também a promotora da Fenatran – Feira Nacional dos Transportes e do Prêmio NTC Fornecedores do Transporte.
Na área política, seu escritório de Brasília tem destacada atuação junto aos poderes executivo, legislativo e judiciário, especialmente junto aos Ministérios dos Transportes e da Justiça, Denatran, ANTT e Congresso Nacional.
Coordena ainda o Conet – Conselho Nacional de Estudos Técnicos de Transportes.
A NTC é única entidade da América do Sul filiada à IRU – International Transport Road Union, da qual recebe todos os estudos produzidos na Europa; e mantém contatos regulares com a ATA – American Trucking Association.
A NTC tem também um departamento especializado nos assuntos do Mercosul e da multimodalidade.
Na área de comunicação, a entidade edita o jornal "NTC Notícias". Outro serviço importante é este site, que coloca à disposição grande massa de arquivos e informações, além de manter noticiário exclusivo sobre o transporte de cargas.
 
Onde as pessoas e empresas não associadas à NTC que procuram dados macroeconônicos sobre o transporte podem obter informações? A NTC produz estatísticas sobre o assunto?
Devido ao grande número de empresas que operam no setor, a NTC ainda não tem inventário de dados estatísticos agregados sobre o transporte rodoviário de cargas.
A produção de estatísticas sobre transportes cabe ao governo, em particular ao Geipot e ao IBGE.
O Geipot mantém em seu site (www.geipot.gov.br) o Anuário Estatístico dos Transportes, contendo as principais informações sobre o setor. Traz, por exemplo, distribuição intermodal, volumes transportados por meio de transporte em t.km, frota nacional, extensão de rodovias etc.
Já o setor de contas nacionais do IBGE (www.ibge.gov.br) acompanha a participação do transporte no PIB e o crescimento do setor de transportes. O IBGE realiza também a Pesquisa Anual de Serviços (PAS), que inclui dados sobre o transporte rodoviário de cargas.
 
Onde posso obter dados sobre fluxos de cargas?
Existe uma consultora de Brasília chamada Truck (http://www.truck.com.br),   que realiza pesquisas sobre volume de toneladas transportadas entre as várias regiões do país e também sobre a frota rodoviária de carreteiros, transportadoras e empresas de carga própria. As pesquisas completas são vendidas aos interessados e não custam barato. A revista CARRETEIRO, de São Paulo, (5031-8646) costuma publicar resumos dessas pesquisas.
Merece ser citado também o IDET – Ïndice de Desenvolvimento Econômico do Transporte produzido pela Fundação Instituto de Pesquisas da USP (telefone (0XX 11 3767-1701) e que reflete o nível de atividade dos vários meios de transportes.
Fora isso, a NTC desconhece outras fontes que forneçam os fluxos de carga mais detalhados por região ou estado. Mesmo as estimativas do Geipot sobre t.km movimentadas são bastante precárias.
 
Onde posso obter uma visão geral sobre o transporte rodoviário de cargas no país?
Esta visão geral, rica em estatísticas, está na publicação em 3 volumes da Gazeta Mercantil "O Futuro do Transporte Rodoviário de Cargas", de dezembro 2.000. Para adquiri-la, ligue para 0800-113415. O estudo não custa barato, mas vale à pena.
 
Onde posso saber quais são as maiores transportadoras do país e como anda o desempenho financeiro do setor?
Existem vários anuários financeiros que incluem o transporte. Por exemplo, "Maiores e Melhores", da Exame, e "Balanço Anual", da Gazeta Mercantil. O mais específico é "Maiores do Transporte", publicado pela OTM Editora (otmeditora@uol.com.br).
 
Existem projeções federais ou estaduais sobre a distribuição intermodal de transportes?
O Geipot lançou recentemente o estudo "Corredores Estratégicos do Desenvolvimento", contendo projeções para 2.015 da distribuição intermodal de cargas para um grupo de 11 produtos (granéis líquidos e sólidos, como minérios, combustíveis, cereais etc).
O governo do estado de São Paulo apresentou também recentemente o seu Plano Diretor de Desenvolvimento dos Transportes, contendo projeções para o ano 2020.
 
Como obter dados internacionais sobre o transporte?
Alguns deles podem ser obtidos no próprio anuário do Geipot. No caso da Europa, os dados são publicados periodicamente pela IRU (www.iru.org). No Caso de Estados Unidos, Canadá e outros países, este site oferece links que permitem obter tais informações.
 
Quais são as fontes de dados sobre roubos de carga?
Uma fonte bastante utilizada é a corretora Pamcary.
Alguns sindicatos realizam estatísticas estaduais. Entre eles, o Setcesp (0XX-11-6632-1000) e o Sindicargas (0XX-21-2560-6903).
 
Onde posso obter dados sobre produção, vendas, exportação, importação e mercado de caminhões?
Abra o site www.anfavea.com e consulte o Anuário Estatístico da Indústria Automobilística Brasileira.
Dados sobre o perfil do mercado de caminhões podem ser obtidos na publicação "Mercado Brasileiro de Caminhões", da Editorauto (www.jornauto.com.br)
 
Onde posso obter dados sobre fretes praticados no país pelos carreteiros?
Os fretes de carga geral são pesquisados e publicados pela revista CAMINHONEIRO, (0XX-11-5524-2322).
Os fretes agrícolas são pesquisados e publicados pela revista SIFRECA (http://sifreca.esalq.usp.br)
 
Onde posso obter dados sobre o estado de conservação de conservação das rodovias?
Entre no site www.cnt.org.br e acesse a Pesquisa Rodoviária da CNT.